quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Toghether we stand, divided we fall...

Às vezes nos vemos consumidos por algum tipo de fraqueza, principalmente pela covardia. A covardia é a mais traiçoeira das fraquezas. O porquê?
É fácil sermos fracos por um motivo de doença ou coisa parecida, a recuperação é, no mínimo, previsível.
É fácil sermos fracos por sermos muito jovens, o tempo passa e nós crescemos.
É muito fácil sermos fracos por sentir pena das pessoas, geralmente elas estão mais fracas do que nós.
Mas e quando somos covardes? Ah... aí somos fracos porque tudo já está contra nós, sentimo-nos
acuados, amedrontados. Aí sim a situação fica difícil.
E o contornar da situação não é fácil, precisa-se de pegar o inimigo desprevenido, pois esta é a fraqueza dos fortes, pois os realmente fortes não são conformados com o que são.
Mas para isto se resolver, há uma solução simples: a união.
Alie seu exército a um exército forte, que pode cercar seu inimigo e que amenize os efeitos da guerra sobre seu Estado.

E há um exército está sempre de prontidão, que gosta de lutar para que as demais províncias adjacentes possam prosperar juntas.




Remember that we´re one and:
"I regret that I have but nine lives to give to my country."

domingo, 25 de outubro de 2009

Stairway to Heaven


There´s a lady who is sure
All that glitters is gold
And she´s buying a stairway to heaven
When she gets there she knows
If the stores are all closed
With a word she can get what she came for
Ooh, ooh, and she´s buying a stairway to heaven


Theres a sign on the wall
But she wants to be sure
cause you know sometimes words have two meanings
In a tree by the brook
Theres a songbird who sings,
Sometimes all of our thoughts are misgiven
Ooh, it makes me wonder,
Ooh, it makes me wonder

Theres a feeling I get
When I look to the west,
And my spirit is crying for leaving
In my thoughts I have seen
Rings of smoke through the trees,
And the voices of those who stand looking
Ooh, it makes me wonder,
Ooh, it really makes me wonder


And it´s whispered that soon
If we all call the tune
Then the piper will lead us to reason
And a new day will dawn
For those who stand long
And the forests will echo with laughter


If there´s a bustle in your hedgerow
Dont be alarmed now,
It´s just a spring clean for the may queen
Yes, there are two paths you can go by
But in the long run
There´s still time to change the road you´re on
And it makes me wonder


Your head is humming and it wont go
In case you don´t know,
The piper´s calling you to join him,
Dear lady, can you hear the wind blow,

And did you know

Your stairway lies on the whispering wind


And as we wind go down the road

Our shadow´s taller than our soul

There walks a lady we all know

Who shines white light and wants to show

How everything still turns to gold

And if you listen very hard

The tune will come to you at last

When all are one and one is all

To be a rock and not to roll


And she´s buying a stairway to heaven








Os degraus são difíceis de subir.


Alguns, estão quebrados.


Outros, nem lá estão.


Mas os piores são os que quebram assim que pisamos neles.




Voemos juntos nessa subida, não para chegar ao topo, pois isto é impossível, mas para irmos cada vez mais alto.




"Ai shiteiru"

domingo, 20 de setembro de 2009

Guerra na Escandinávia

É tempo de devaneio. Não se sabe o que fazer, toda a região báltica está em guerra, e o medo acaba por assondar as demais terras em torno da mesma. Eu sei, nós estamos distantes, um tanto quanto distantes, mas nunca ouvi tantos rumores! Diz-se até que a guerra chegou aos nórdicos e que os bálticos estão intrínceco entre espadas e escudos, entre amor e sangue, entre ódio e glória. Os tempos mudaram, agora até mesmo eles são conhecem a arte da guerra.
Geralmente, quando desembarcamos numa praia desconhecida e estamos a reconhecer o território, é comum algum conflito, algumas cabeças pelo chão. Mesmo que sejam de civilizações amigas, mas o primeiro combate é sempre mortal, corre-se grande risco quando este se dá. Quando a civilização é inimiga então, nem se fala. Minha espada sai de minhas costas e corta a pele do indefeso inimigo, atravessando sua armadura, suas veias e seus ossos. Ouve-se o estalo de suas articulações, seu último suspiro vem, então. Assim, o sangue de sua artéria jorra e sua cabeça voa pela areia da praia, fazendo com que a areia se torne vermelha e pegajosa. O doce sabor da vitória.
É estranho saber que você é atacado dentro de seu lar, geralmente as guerras acontecem quando estamos nos mares, quase que à deriva, e nos deparamos com anglos, germânicos, mas principalmente saxões. Aliás, malditos sejam os saxões.
Estes desgraçados tiveram a audácia de invadir nosso território depois de tanto tempo! Não costuávamos mais guerrear demasiadamente como o fizemos desta vez. Não se encontrava um campo o qual não estava empoçado por sangue, suor, corpos e abutres. Houve até uma migração destes bichinos aqui para nossa terra. Resistiram ao frio, pois o alimento em abundânica os esquentava.


O pior de tudo é que, após a matança mesmo em desvantagem, nos cutucaram e os anglos tiveram a audácia de dizer que erramos ao querermos trucidá-los de vez e acabaram por ajudar os malditos saxões a escapar.

Depois, quando voltamos às nossas casas, tem-se o delicioso sabor da vitória, quando chego em casa e meus primogênitos me recebem com festa.


Minha mulher, então, cuida com orgulho e carinho de minhas feridas, rezamos a Thor e Odin e vamos nos deitar em nosso leito para uma noite de amor.


E depois têm a cara de pau de me perguntar por que adoro esta minha vida e sempre volto para minha amada...

sábado, 12 de setembro de 2009

Jornada quase nas estrelas

Nesta semana que passou teve início mais uma jornada, mas não foi para mim.
A tal jornada, pra mim, é a mais linda das quais já tive ciência até o presente momento: a vida. VIda esta que vem de dois seres maravilhosos, de um filósofo promissor, que abandona sua prole para viver na capital de sua província e de uma dentista de renome que executou com primor a incisão no canal, canal do coração do filósofo.
Infelizmente não acompanhei o real começo desta jornada, na qual a dentista se tornara uma das coisas mais lindas do mundo, uma mulher grávida. Soube eu que o filósofo honrara o sangue o qual carrega nas veias, ou seja, o cromossomo Y predominou mais uma vez e encomendou um menino.
Este menino vem, então, demonstrar a este lindo casal mais um e o mais forte sentido de eles estarem juntos. Fará-os pensar sempre nele antes de pensarem em si mesmos, fará-os deixar de adquirir coisas boas da vida para darem um bom estudo para ele, e, se necessário, deixarão de comer para dar de comer a ele.
E, como sempre, este menino terá mais a ensinar do que a aprender.
Saibam lidar com isso.
E parabéns por terem este privilégio.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Seven


This is a number that always catched my interest since I was really young.

My first "deal" with the number, I guess, were when I tried to learn how to draw it, I didn´t know if I made it crossed or not, or a "little ball" at the top of it.

Later, Flamengo, the club that lives in my heart, hired "O pior ataque do mundo: Sávio, Romário e Edmundo", and Sávio, who was the youngest and the player from the three ones who had the best physics at that moment, wore the shirt with the number 7. But then you think: "Why is the author saying this? How he relates himself with this fact?" Simple, I won Sávio´s shirt, that had the number 7 on its back.

Then, number 7 became important to a game that I love to play with my family: "Scopa". In this game the diamond´s 7 counts a lot, and the others 7s too, but not much as diamond´s does.

After some time, my grandpa was suffering because of the consequences of a strike and then, one day, he finally finished his suffering. Guess what? At 07/07/07.

Perhaps, 7 is an odd number, a prime number and now I´ve discovered that at the ending of a 7 years period, the 7th year is a time of confusion and doubts in our minds.

Today I consider 7 as a partner, like 13 to Zagallo.

So, congratulations, "my dearest", four ours SEVEN months of pure loving.